O envelhecimento é uma condição fisiológica progressiva e inevitável, onde há alterações decorrentes desse processo que causam desequilíbrios funcionais, déficit cognitivo, fraqueza muscular e alterações metabólicas. O organismo passa por diversas transformações ao longo dos anos: puberdade, maturidade e o envelhecimento. É no envelhecimento que as principais disfunções começam a surgir, o desequilíbrio e o déficit de coordenação são muito presentes nos indivíduos acima de 65 anos, aumentando os riscos de quedas em 85% na população idosa. Essas condições trazem grandes prejuízos psicológicos, funcionais e emocionais, limitando as atividades de vida diária (AVD’s) e tornando o idoso vulnerável, frágil e suscetível a novos episódios de quedas.

No Brasil, segundo pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), houve um aumento em 8,5 milhões de idosos em menos de uma década (TERRA, 2017). O envelhecimento é um fenômeno global, e está diretamente relacionado ao aumento da expectativa de vida dos indivíduos e a diminuição dos índices de natalidade.

Segundo Karuka, Silva e Navega (2011), em 2025 o Brasil será o sexto país entre os mais habitados a ter grandes índices de população idosa, 5% da população geral em 1940 era de pessoas com mais de 60 anos, estima-se que em 2025 suba para 14%, com cerca de 1,2 bilhões de pessoas, sendo a grande maioria idosos com 80 anos ou mais (VALENTIM et al., 2009).

Como o envelhecimento é um fator inevitável que vem acompanhado de disfunções globais, tais como alterações posturais, desequilíbrios e quedas, observou-se a importância em diagnosticar esses transtornos e assim prevenir riscos de quedas através de treinamentos e prevenção. Existem vários testes descritos na literatura que tem como objetivo avaliar o déficit cognitivo e o equilíbrio estático e dinâmico dos indivíduos, com a finalidade de determinar o grau de risco de quedas (CASTRO et al., 2015).

Cerca de 30% dos idosos sofrem alguma queda pelo menos uma vez por ano, e esse número torna-se ainda maior com o avançar da idade. Assim, aqueles que têm entre 65 e 74 anos chegam a 32%, os de 75 a 84 anos chegam a 35%, já os acima de 85 chegam há 51%. As mulheres são mais suscetíveis e vulneráveis a sofrerem quedas se comparadas aos homens (SILVA et al., 2008).

As quedas provocam grandes prejuízos para os idosos, sequelas como fraturas, lesões corporais e traumas psicológicos, restringem o idoso a uma situação de vulnerabilidade, isolamento e declínio funcional, limitando suas atividades de vida diária e contribuindo negativamente nos aspectos biopsicossociais (ISAACS; MURPHY; 1982).

A atividade física é extremamente importante, pois colabora diretamente com a saúde, o bem estar físico, psicológico e social do idoso, minimiza os riscos de quedas, além de ser benéfica e contribuir para uma melhor qualidade de vida, combatendo os efeitos deletérios causados pelo envelhecimento.

Nos últimos anos, o Método Pilates (MP) tornou-se uma modalidade popular que visa o completo controle entre o corpo e a mente através de exercícios de respiração, coordenação e de equilíbrio, onde todos os exercícios são realizados sem impacto, o que diminui muito os riscos de lesões e possibilita a reabilitação de idosos patológicos e a manutenção de idosos sadios.

O MP tornou-se uma ferramenta auxiliar na fisioterapia, uma vez que tem como princípios a prevenção, reabilitação e a manutenção global do indivíduo (COSTA et al., 2016). Oferecem benefícios para a coluna vertebral, articulações, força muscular, melhora da propriocepção, equilíbrio e treinamento da coordenação. Os idosos que incluírem a prática do MP em suas rotinas diárias terão melhoras perceptíveis principalmente na força muscular, equilíbrio e coordenação.

A prática de atividade física em idosos traz inúmeros benefícios se realizada periodicamente, tem como finalidade minimizar os riscos de doenças cardíacas, a hipertensão arterial e o diabetes mellitus. O Pilates é capaz de promover o aumento da flexibilidade, ganho de força muscular, resistência cardiorrespiratória, melhorar a densidade óssea, além de estimular a coordenação e o equilíbrio (ENGERS et al.,2016).

Através do princípio estabelecido por Pilates como Contrologia (coordenação completa do corpo, mente e espírito), é possível trabalhar com movimentos precisos e controlados que irão fortalecer, alongar e conscientizar o corpo como um todo. Devido aos grandes desequilíbrios que o envelhecimento traz para o organismo, as posturas inadequadas podem ser observadas na maioria das pessoas idosas, acarretando em alterações no padrão da marcha e constantes desequilíbrios do centro de gravidade com grandes riscos de quedas e queixas de dores. O Pilates é capaz de promover o realinhamento corporal favorecendo assim um melhor equilíbrio, minimizando dores musculares provenientes de posturas inadequadas e até pela fraqueza muscular dos músculos estabilizadores (NUNES JUNIOR et al., 2008).

A qualidade de vida está diretamente ligada ao condicionamento físico dos idosos, quanto maior equilíbrio corporal, melhor qualidade de vida, maior conforto e segurança para o idoso realizar suas AVD’s. Para Camarão (2004, p. 5), através da prática regular do MP, “o indivíduo redescobre seu próprio corpo com mais coordenação, equilíbrio e flexibilidade. Independentemente da idade, qualquer pessoa pode ser beneficiada por esse método que melhora a qualidade de vida e oferece resultados rápidos.

Dentre tantos benefícios proporcionados pelo Pilates, podemos citar:

  • Melhora a Mobilidade
  • Fortalece os músculos (principalmente os abdominais)
  • Maior consciência corporal
  • Alívio do stress
  • Estabiliza articulações
  • Corrige e melhora a postura
  • Previne Lesões
  • Melhora a capacidade respiratória
  • Aumenta a autoconfiança e autoestima
  • Combate a incontinência urináriaPortanto, é de imensa importância que a prática de atividades físicas em geral, esteja no dia a dia da pessoa idosa, o que favorece maior qualidade de vida, consequentemente reduz o risco de quedas, auxilia no desempenho das atividades de vida diárias e melhora consideravelmente os aspectos psicológicos e sociais.

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